
Uma missão espacial precisa ser detalhadamente planejada. Quando ela é leva pessoas para fora da Terra, claro, é necessário ainda mais atenção.
De acordo com Nigel Packham, diretor associado de segurança e garantia de missão da NASA, em resposta ao Live Science, 21 pessoas já morreram no espaço em cinco missões espaciais diferentes. Foram três da NASA e duas da União Soviética. Os motivos passam por erros de equipamentos, erros humanos e de gerenciamento.
As duas missões com mais perdas de tripulantes foram lançadas pela NASA e ambas envolveram acidentes com ônibus espaciais. O primeiro foi em janeiro de 1986 a bordo de um Challenger. O veículo explodiu apenas 73 segundos após ser lançado e matou todas as sete pessoas a bordo.
A explosão aconteceu pelas temperaturas anormalmente baixas em Cabo Canaveral, fazendo com que alguns dos selantes do foguete perdessem a flexibilidade e não funcionassem como planejado. A administração da missão também levou parte da culpa por seguir com o lançamento mesmo com as advertências dos engenheiros da NASA.
O outro episódio envolvendo um ônibus espacial foi com o Columbia, em fevereiro de 2003, quando a nave espacial se desintegrou ao entrar na atmosfera. O acidente foi causado por a uma fissura no escudo térmico de carbono, na asa esquerda. Logo depois do lançamento, um pedaço do revestimento de espuma do tanque externo de combustível se soltou e causou o dano, que não foi percebido na hora. As sete pessoas a bordo do veículo morreram.
Por fim, o último dos incidentes mortais que envolvem a NASA aconteceu na primeira missão do Programa Apollo, em 1967. Antes mesmo do lançamento, um teste de pré-lançamento causou um incêndio na cabine e matou todos os três astronautas a bordo.
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