
A forma com que construímos o calendário já causou muita confusão ao longo da história. Durante séculos foi muito difícil contabilizar a passagem do tempo e associá-la com algo que faça sentido.
Além disso, vários outros fatores influenciam na definição do calendário, a região, a cultura e religião de um local são alguns deles. Por esse motivo vemos tantas diferenças neles, como a discrepância entre o islâmico, que está em 1446, e o chinês, que está em 4721.
Quando paramos para pensar nisso surge uma dúvida: como os calendários são definidos? Para responder essa pergunta podemos olhar para o nosso, o gregoriano.
Desde que os humanos deixaram de ser nômades, controlar a passagem de tempo se tornou algo essencial. Somente desta forma foi possível desenvolver as primeiras técnicas de agricultura, primordiais para a sobrevivência da espécie.
Foi necessário saber em qual período era melhor plantar, quando iria chover ou esfriar, quando faria sol, etc. Para conseguir se estabelecer e identificar esses padrões de clima e as mudanças no ambiente que os cercavam, os primeiros agricultores tiveram que olhar para o céu.
Identificando a posição do Sol e da Lua acima deles foi possível ter uma noção de passagem de tempo. Dessa forma, eles sabiam qual seria o melhor momento para o plantio.
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