
Pesquisadores da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, desenvolveram uma tecnologia minimamente invasiva que restaurou parcialmente o movimento em ratos com lesões na medula espinhal — um avanço promissor rumo a tratamentos eficazes para lesões medulares em humanos e animais de estimação.
Embora estudos anteriores, como um de 2012 na Suíça, já tenham usado estimulação elétrica em combinação com terapias químicas e reabilitação, a nova abordagem é menos invasiva, focada exclusivamente na estimulação elétrica e não causa danos adicionais à medula.
Ainda que os ratos tenham maior capacidade de regeneração espontânea que os humanos, os resultados abrem caminho para novas terapias.
A equipe planeja seguir investigando os efeitos de diferentes dosagens de estimulação, com o objetivo de criar um dispositivo médico que possa ser utilizado em humanos com lesão medular.
Leandro Criscuolo é jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero. Já atuou como copywriter, analista de marketing digital e gestor de redes sociais. Atualmente, escreve para o Olhar Digital.
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