
O Ministério da Defesa do Reino Unido estuda usar cães-robôs em seu departamento antibombas. O Laboratório de Ciência e Tecnologia de Defesa (DSTL, na sigla em inglês) realizou testes nos últimos 4 dias — e o resultado animou os especialistas.
A ideia é que eles não somente desarmem os artefatos, mas também sejam capazes de procurá-los, identificá-los e até mesmo de classificar o tipo de bomba.
De acordo com a pasta, o objetivo principal é reduzir significativamente os riscos para civis e militares.
Vale destacar que polícias do mundo todo já utilizam robôs há muito tempo para esse tipo de operação. A diferença agora é que a pequena máquina tem muito mais autonomia, graças aos avanços da inteligência artificial.
O Exército Britânico, por exemplo, utiliza máquinas desde 1972 em seu esquadrão antibombas, para lidar com ameaças do IRA, um grupo extremista irlandês que defendia a independência política da Irlanda do Norte junto à Inglaterra.
A Ministra da Defesa, Maria Eagle, elogiou a iniciativa e indicou que o Reino Unido deve inserir esse tipo de tecnologia no curto prazo:
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