
Sem dúvidas, nossa natureza é fabulosa. Desde insetos e pássaros até cães, gatos e seres humanos, a perfeição de todo o sistema impressiona. E um dos animais mais diferentes que se encontra por aí é o vaga-lume.
Afinal, como esse inseto consegue se iluminar, criando quase uma”festa” na mata? Vamos descobrir a seguir.
A iluminação do “vaga-fume” (se você é fã de “Chaves”, com certeza entendeu a referência) nada mais é do que uma reação bioquímica, uma interação entre substâncias químicas. Tudo isso resulta na luz que vemos a olho nu.
Essa luz é chamada de bioluminescência e tem como objetivo aproximar macho e fêmea. Se olharmos bem, sua origem se dá no abdome do inseto. Mas, para que todo esse processo ocorra, é preciso que a substância luciferina faça seu papel – ao entrar em contato com o ar e a enzima luciferase, temos a conhecida luz amarelo-esverdeada do vaga-lume.
Se você pensa que todos os vaga-lumes piscam sua luz da mesma fora (como as luzes de pisca-alerta de um carro), se enganou. A bem da verdade, existem três principais famílias de vaga-lumes, e cada uma pisca de um jeito.
A mais famosa é a que pisca com frequência e lembra uma lanterna na parte de trás do corpo do animal. Essa “animação” toda não passa de uma forma de atrair parceiros, pois os vaga-lumes dessa família em particular gostam dessa forma de luminescência.
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