
Em 2023, nós tivemos quatro Superluas. Será que isso vai acontecer alguma vez em 2024? No ano passado, o primeiro episódio foi em julho, com a Superlua dos cervos. Depois, em agosto, tivemos duas: a do esturjão, no dia 1º, e a Azul, no dia 30. Por fim, em setembro, aconteceu a última Superlua do ano, chamada Lua da colheita.
Cervos, esturjão, colheita… como assim? O que significam esses nomes? De acordo com o Old Farmer’s Almanac (Almanaque do Velho Fazendeiro), uma das publicações mais tradicionais dos EUA voltadas à vida no campo, a lua cheia de cada mês do ano tem seu próprio nome.
Nesta quinta-feira (25), acontece a primeira lua cheia de 2024: a Lua do Lobo. A lua cheia de janeiro recebeu esse nome porque era comum nesse mês ouvir o uivo dos lobos fora das aldeias nas noites frias de inverno na América do Norte e na Europa nos primeiros tempos coloniais.
Lembrando que quando um mês tem duas luas cheias (o que não vai acontecer este ano), a segunda é chamada de Lua Azul (sendo ou não “Super”).
De forma bem simples e resumida, uma Superlua ocorre quando o nosso satélite natural chega à fase completa em até 24 horas antes ou depois de atingir sua aproximação máxima com a Terra (ponto chamado de perigeu).
“Mas, sem saber o quão perto a lua cheia precisa estar da Terra, não dá para cravar se esta ou aquela lua cheia é uma Superlua”, explica o colunista do Olhar Digital Marcelo Zurita, que é presidente da Associação Paraibana de Astronomia (APA) e diretor técnico da Rede Brasileira de Observação de Meteoros (Bramon).
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