
Na mitologia grega, Ícaro conseguiu fugir do labirinto do Minotauro graças a um par de asas criado por seu pai, Dédalo, um habilidoso construtor. O jovem, porém, morreu pouco depois, quando, ao desobedecer o pai, voou alto demais, próximo ao Sol, e a cera que segurava as penas derreteu.
As pessoas se dividem sobre o significado desse conto. Alguns afirmam que ele fala sobre ambição — e como ela pode te derrubar. Outros argumentam que é uma história que serve para as crianças obedecerem os mais velhos. Há também os que sustentam que a história diz respeito ao excesso de confiança.
Para mim, o mito de Ícaro serve apenas como introdução para o conceito de homem com asas. É claro que estamos no campo do imaginário, da fantasia e da especulação. Mas isso não anula o fato deste assunto ser extremamente interessante.
Voar faz parte dos sonhos da humanidade. A ponto de termos inventado o avião — e outros veículos que voam. A literatura e o cinema também estão repletos de “homens pássaros”. Até mesmo a religião colocou asas em seus anjos.
Agora, cientificamente falando, se isso fosse possível, como seriam as nossas asas? O site gringo Live Science se debruçou sobre esse tema e a resposta vai te surpreender.
A resposta do Live Science veio de um artigo de 2007 publicado no Journal of Avian Biology.
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