
Estudo publicado no servidor de pré-impressão arXiv, mas sem revisão de pares, utilizou-se de medidas de ondas de som passando pelo Sol para medir seu tamanho. Agora, os cientistas envolvidos na pesquisa podem ter mudado nossa concepção do tamanho de nossa estrela.
Ele parece ser fracionadamente menor do que se pensava e do que parecia ser, o que pode mudar nosso entendimento sobre sua estrutura interna e comportamento.
Normalmente, o método utilizado pelos astrônomos para estimar o tamanho da estrela é o da fotosfera, que nada mais é do que medi-lo a partir da parte que emite luz, algo feito durante um eclipse solar.
Porém, o método de medição via ondas sonoras traz resultados distintos. Nos anos 1990, os cientistas mediram o Sol desta forma a partir de sua superfície, com as chamadas ondas-f.
Essa diferença parece pequena, mas não é; o New Scientist aponta, com base na fala de Gough, que ela é grande o bastante para modificar propriedades que inferimos que o Sol possui de acordo com vibrações captadas em sua sismologia.
Inferências sismológicas indicam coisas relacionadas às reações nucleares, à composição química e à estrutura básica do Sol.
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