
Quatro tábuas de argila de cerca de quatro mil anos guardavam mensagens até então desconhecidas. Agora, pesquisadores conseguiram decifrar os textos, considerados os exemplos mais antigos já descobertos de informações sobre eclipses lunares.
As tábuas cuneiformes provavelmente vêm de Sippar, uma cidade que floresceu no que atualmente é o Iraque. Os textos antigos tornaram-se parte da coleção do Museu Britânico, entre 1892 e 1914, mas não haviam sido totalmente traduzidas até agora.
Na Babilônia e em outras partes da Mesopotâmia, havia uma forte crença de que os eventos celestes poderiam prever o futuro. As populações da época acreditavam que os eventos no céu eram sinais enviados pelos deuses como avisos sobre o futuro.
Os reis da antiga Mesopotâmia também confiavam nestes presságios. Por exemplo, se uma previsão associada a um determinado presságio era ameaçadora, como “um rei morrerá”, então uma investigação era conduzida para determinar se o monarca estava realmente em perigo.
Para isso, animais eram sacrificados. Se as entranhas deles sugerissem que havia perigo, era necessário realizar certos rituais para agradar os Deuses. As informações são do Live Science.
Alessandro Di Lorenzo é editor do Olhar Digital e formado em jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
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