
Quando o módulo lunar Beresheet, construído por Israel, caiu na Lua em 2019, a indústria de tecnologia espacial daquele país não chegou a lamentar.
Isso porque Israel é um de apenas quatro países que levou uma espaçonave tão longe, além de haver planos imediatos para lançar a Beresheet 2 em 2024, com um lander e um orbitador.
O otimismo dos israelenses para o que seria percebido em nações mais avessas ao risco como um desastre de carreira não é exclusivo da tecnologia espacial, mas é uma grande razão pela qual 2023 pode ser o ano em que a inovação israelense atinge alturas verdadeiramente estratosféricas.
A missão terá ajuda em parte do governo israelense, que prometeu investimento de US$ 180 milhões na indústria espacial civil em cinco anos, de modo que possa porca competir mundialmente.
O financiamento, promovido pela Agência Espacial de Israel, tem grandes objetivos:
O governo não tem condições de arcar com todo o financiamento. Dessa forma, investidores privados e incubadores dedicados a avançar na tecnologia espacial apareceram.
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