
Conforme noticiado pelo Olhar Digital, dois terremotos devastadores atingiram a Turquia e a Síria na manhã de 6 de fevereiro, contabilizando, até agora, mais de 41 mil mortos. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que esse número pode passar de 100 mil.
Entre as milhares de pessoas resgatadas dos escombros com vida, no entanto, um outro tipo de catástrofe se faz presente: a escassez de água potável, que, segundo órgãos internacionais de saúde, representa enorme risco à saúde pública.
BREAKING: The death toll from the earthquake in Turkey and Syria has surpassed 41,000.Deaths are expected to rise, especially in Syria, and 26 million people are in need of humanitarian aid.Survivors are still being found after 200+ hours under rubble, but hopes are fading. pic.twitter.com/wIYRwHHOfj
“Não conseguimos enxaguar desde o terremoto”, disse Mohammad Emin, um estudante de design gráfico de 21 anos, enquanto trazia remédios para gripe de uma clínica em um estádio ao ar livre que serve como acampamento para vítimas em Kahramanmaras.
Com grande parte da infraestrutura de saneamento da região danificada ou inoperante em virtude dos dois terremotos de magnitude 7,8 e 7,6 na segunda-feira passada, as autoridades de saúde turcas têm a difícil missão de tentar garantir que os sobreviventes, muitos deles desabrigados, fiquem livres de doenças.
Turkey-Syria #earthquake. More than 41.000 victims. Still can’t believe this pic.twitter.com/hlmNApfAMg
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