
Quando um professor da Universidade de Purdue, em Indiana, Estados Unidos, criou a tinta mais branca do mundo, ele estava na verdade tentando combater o aquecimento global resfriando casas e edifícios.
A invenção deu certo dos dois jeitos: entrou no livro mundial dos recordes ao mesmo tempo que reflete a luz solar em 98% de volta para a atmosfera.
A principal consequência do aquecimento global é o aumento da temperatura na Terra. Uma das estratégias no combate ao fenômeno é refletir os raios solares – e consequentemente o calor – de volta à atmosfera.
Com a tinta, Ruan e sua equipe pretendiam resfriar os ambientes para minimizar o impacto nos humanos.
Não estávamos realmente tentando desenvolver a tinta mais branca do mundo. Queríamos ajudar com a mudança climática, e agora é mais uma crise e está piorando. Queríamos ver se era possível ajudar a economizar energia e ao mesmo tempo resfriar a Terra.
Dentre as propriedades, a tintura pode diminuir as superfícies em até 13° C em relação à temperatura ambiente durante o meio-dia e até 7° C durante a noite.
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