
A crescente demanda por fontes de energia mais limpas significa que parques eólicos em alto mar estão sendo construídos ao redor do mundo. Mais de 5.000 turbinas devem ser instaladas a cada ano até 2050 para limitar o aquecimento global a 1,5 graus Celsius.
No entanto, em certas regiões, como o estado americano da Califórnia, é difícil construir turbinas eólicas diretamente no fundo do mar devido à inclinação acentuada da plataforma continental.
Mesmo em áreas com águas costeiras rasas, a congestão de rotas de navegação, atividades pesqueiras, áreas marinhas protegidas, turismo e infraestrutura energética existente dificultam a construção de novas turbinas.
Portanto, não é surpreendente que muitas dessas novas turbinas tenham que ser localizadas em águas mais profundas, mais distantes da costa.
As turbinas eólicas flutuantes estão surgindo como uma solução promissora. No entanto, as turbinas estão ficando cada vez maiores em um ritmo acelerado, permitindo que a eletricidade seja produzida a um custo mais baixo.
As pás do Hywind Scotland, o primeiro parque eólico flutuante comercial do mundo, têm 175 metros de altura acima da superfície do mar, um pouco mais alto do que o edifício Platina 220, prédio mais alto de São Paulo com 172 metros de altura.
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