
Após a sequência de bombardeios a cidades ucranianas na manhã desta segunda-feira (10), o governo do país invadido pela Rússia revelou ter derrubado 43 mísseis inimigos, o que corresponde a quase metade dos 83 disparados pelas tropas de Moscou, segundo o vice-ministro da Defesa da Ucrânia, Hanna Malyar.
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Ou seja, quarenta mísseis conseguiram atingir os alvos. Um deles foi Kiev, a capital ucraniana que o país governado por Vladimir Putin não atacava desde o começo da guerra, quando concordou em retirar suas tropas da cidade e voltou seu foco para conquistar a região leste e sul da Ucrânia.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou ter falado com líderes europeus em caráter de urgência para obter apoio para um contra-ataque à Rússia. Ele falou ao telefone com o presidente da França, Emmanuel Macron, e com o chanceler alemão, Olaf Scholz.
Macron teria se declarado “extremamente preocupado” com a nova ofensiva russa e se colocado à disposição “para ajudar em termos de suporte militar”. Já Scholz, por sua vez, teria sugerido a Zelensky a possibilidade de uma reunião urgente com a cúpula do G7 — o grupo dos países mais ricos do mundo, que recentemente removeu a Rússia.
GUERRA NA UCRÂNIA | Vídeo mostra o momento em que míssil do exército da Rússia atinge ponte de vidro em Kiev, Ucrânia. O presidente Vladimir Putin disse que o ataque faz parte de uma "forte resposta" à explosão da única ponte que liga a Crimeia, anexada pela Rússia em 2014. pic.twitter.com/UL3uKZ90Qe
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