
Cálculos padronizados estabelecem que o Universo tem cerca de 13,8 bilhões de anos. Agora, novo estudo analisou conjuntos de galáxias e, pelo movimento delas, descobriu a possibilidade de ele ser mais jovem do que o esperado.
No entanto, isso esbarraria em outros dados já conhecidos, como estrelas, que, pela nova hipótese, podem ser mais antigas do que o próprio Universo.
Medições da radiação cósmica realizadas pela missão Planck da Agência Espacial Europeia (ESA) estabelecem que o Universo tem cerca de 13,8 bilhões de anos. O cálculo é baseado em Modelo Padrão e descreve um Universo com presença de energia e matéria escura, em constante expansão.
Esse Modelo Padrão, então, é usado para simulações para definir outras variáveis do Universo, como idade de galáxias e estrelas.
Agora, novo estudo dos Observatórios Astronômicos Nacionais da Academia Chinesa de Ciências, liderado pelo astrônomo Guo Qi, apresenta ideias que conflitam com os padrões pré-estabelecidos.
Isso desafia o Modelo Padrão, uma vez que, baseado no tempo que as galáxias estão nos grupos, um número menor estaria em contra-rotação.
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