
A cada dia que passa, a demanda por naves espaciais aumenta, conforme as agências espaciais trabalham em novas missões (como a Artemis, da NASA, que vai à Lua) e o constante envio de satélites ao Espaço (como os de empresas de internet via satélite, como a Starlink, da SpaceX).
Mas, apesar da alta demanda, atualmente, essas naves não são construídas em linha de produção, já que são feitas para missões específicas, sem contar que novas naves só são fabricadas quando as antigas são descartadas.
Agora, imagine se o futuro que está sendo desenhado, de pessoas indo regularmente ao espaço, seja para turismo, seja para colonizar a Lua e Marte, será necessário mudar como as naves são concebidas atualmente.
E, quando se fala de turismo espacial, a Virgin Galactic é uma das principais. Como bem lembra a Autoevolução, as passagens oferecidas pela empresa são bem caras (US$ 450 mil [R$ 2,32 milhões, na conversão direta] cada) e bem curtas (somente cinco minutos), mas, mesmo assim, a companhia acredita plenamente que os clientes aparecerão cada vez mais no futuro próximo.
Até hoje, foram seis voos em caráter turístico; o sétimo será realizado no início do próximo mês. Em todas elas, foi utilizado o VSS Unity, segunda nave espacial da Virgin Galactic da classe SpaceShipTwo (a primeira foi a VSS Enterprise, mas ela despencou durante testes realizados em 2014). Contudo, haverá mais dessas espaçonaves.
Contudo, há mais um equipamento de teste que será utilizado: uma peça de hardware, um artigo de teste estático, a ser utilizada para verificação da integridade estrutural e limites de carga das naves espaciais, bem como para determinar o projeto final.
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