The Flash: Confira nossa crítica da segunda temporada

A primeira temporada de The Flash surpreendeu crítica e público, apresentando um protagonista carismático e uma trama dinâmica, cheia de momentos especiais para os fãs das HQs.
Logo, o segundo ano foi cercado por muita expectativa, principalmente pela aguardada conexão com a Terra-2. Dessa vez, Barry Allen (Grant Gustin) precisou lidar com as consequências da singularidade, como a chegada de outro Flash, Jay Garrick (Teddy Sears), e a ameaça do vilão Zoom (voz de Tony Todd).
Apesar da forte premissa, os primeiros episódios da temporada apresentaram um ritmo lento, muito por conta do espaço destinado para a introdução do spin-off Legends of Tomorrow. Pelo lado positivo, a série teve uns momentos bem-humorados. Como não rir do primeiro encontro de Barry e Patty (Shantel VanSanten), por exemplo?
Tudo mudou com a chegada de Zoom. Seu primeiro confronto com Flash é brutal, capaz de assustar qualquer fã diante da TV. Por mais que o antagonista tenha cumprido muito bem seu papel ao longo dos episódios (e olha que esse moço deu raiva!), a comparação com o Flash Reverso é inevitável. Afinal, a base da história é a mesma: o inimigo assumindo outra identidade para enganar Barry.
Em questão de ritmo, The Flash teve altos e baixos. Como se trata de uma série com 23 episódios por temporada, era comum ter cenas chocantes, para deixar o espectador ansioso pela semana seguinte. Por outras vezes, personagens famosos como Trapaceiro (Mark Hamill), Grodd ou King Shark tiveram participações quase desapercebidas.
Já o cuidado técnico manteve uma qualidade respeitável, considerando a quantidade de efeitos especiais que a série exige e a emissora de baixo orçamento em que se encontra. Um bom exemplo disso foi o episódio comandado pelo cineasta Kevin Smith, vide a bela fotografia das cenas de Barry com a Força da Aceleração e na produção caprichada no momento do resgate do herói.
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