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Julia Monteiro
Julia Monteiro
Inteligencia Artificial · · 2 min de leitura ·

Inteligência artificial: como a tecnologia evoluiu ao longo de 2018

Inteligência artificial: como a tecnologia evoluiu ao longo de 2018

O que você precisa saber

A Inteligência Artificial começou o ano com tudo. Em janeiro, foi, sem dúvida, tema principal da CES 2018, que aconteceu em Las Vegas. Além dos simpáticos e cada vez mais espertos robôs, a Inteligência Artificial apareceu em praticamente todo eletrodoméstico que possa se conectar à internet.

Através de sua plataforma de Inteligência Artificial anunciada durante a CES, a coreana LG já permite que seus eletrodomésticos “inteligentes” sejam operados por instruções de voz em uma forma de interação bastante natural.

E a tecnologia ganhou força em uma infinidade de outros produtos; desde a geladeira na sua cozinha as TVs pela casa. E falando da telinha que abre uma janela para o mundo, ela ganhou um upgrade significativo em 2018, embarcado nas SmartTVs, com um simples comando de voz, ela pode ser a central para controlar outros objetos da casa, mas também pode, por exemplo, pesquisar a trilha sonora ou informações do elenco de determinado filme em tempo real. Navegando nessa mesma onda, também vale dar destque as assistentes pessoais nos smartphones, que vieram para ficar.

Durante todo o ano, a gente acompanhou diversas novidades envolvendo Inteligência Artificial. Em abril, uma montadora alemã lançou o primeiro manual de carro cognitivo. A plataforma permite que o dono do veículo, ao baixar um aplicativo no smartphone, possa tirar qualquer dúvida sobre o carro simplesmente dizendo o que está aconte-cendo, em linguagem natural; através de um chat ou até enviando imagens.

Em maio, um dos que mais chamou atenção foi apresentado pelo Google, em seu evento mundial para desenvolvedores realizado na Califórnia. Em uma demonstração de deixar qualquer um de boca aberta, a plataforma inteligente fez chamadas telefônicas muito semelhantes ao que faria qualquer ser humano.

No meio do ano, em julho, o Google anunciou seu primeiro centro de pesquisa em inteligência artificial na África. A empresa já possui outros 14 espalhados pelo mundo, mas a maioria fica nos Estados Unidos e na Europa. No mesmo mês, o Facebook comprou uma startup inglesa focada em inteligência artificial por cerca de 100 milhões de reais. O foco é aprofundar as aplicações baseadas em linguagem natural; basicamente, o modo como falamos.

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