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Julia Monteiro
Julia Monteiro
Inteligencia Artificial · · 3 min de leitura ·

Realidade Aumentada do Google Maps é excelente, mas use com moderação

Realidade Aumentada do Google Maps é excelente, mas use com moderação

O que você precisa saber

O Google Maps é o tipo de serviço que já está costurado no cotidiano, pois o aplicativo informa desde o horário do próximo transporte aos diferentes caminhos para se chegar a algum lugar. Na Play Store, o aplicativo já bateu o recorde de cinco bilhões de downloads e, a cada atualização, o Maps fica ainda mais completo. Desde o dia 28 de fevereiro, estou testando a versão Alpha do recurso de Realidade Aumentada (RA) do Google Maps e, até o momento, posso dizer que esta é uma das funcionalidades mais generosas do serviço, mas também a que mais drena energia do smartphone.

Em maio de 2018, o Google anunciou a adição do recurso de RA ao seu serviço de localização e transporte. Isso ocorreu durantes a conferência para desenvolvedores da gigante das buscas, o Google I/O. Na ocasião, foi explicado que a função RA usaria a câmera do celular para reconhecer o local e guiar o usuários a partir de sinais gerados pela Inteligência Computacional do dispositivo.

A versão que chega agora para alguns usuários de testes, como é o meu caso, é muito semelhante ao que foi apresentado há um ano, com setas indicando a direção que devemos seguir e identificando locais públicos e comércios nos arredores.

Utilizo a RA no Maps há, praticamente, duas semanas, e estou bastante satisfeita com o que o recurso entrega, mesmo que ainda esteja na versão Alpha. Vale a pena dizer que um aplicativo ou serviço em estágio Alpha está na primeira fase de desenvolvimento, ou seja, existirão erros e bugs que, na versão estável, serão corrigidos.

Dito isso, a minha experiência tem sido muito boa até o momento. Ao abrir o Google Maps e lançar o recurso RA, a primeira coisa que aparecerá será um tutorial de utilização da função. Não que seja muito complexo usar a realidade aumentada, é mais por uma questão de alerta mesmo. Como o RA usa a câmera do celular para reconhecer prédios e placas ao nosso redor, é comum ficarmos olhando para a tela do smartphone e esquecer de prestar atenção a nossa volta. Logo, o Google usa este tutorial para chamar a atenção das pessoas para esta questão e, claro, mostrar como utilizar a câmera para que o software possa escanear o ambiente e começar a dar as orientações.

O princípio básico de qualquer tecnologia RA é adicionar imagens geradas por computador sobre imagens do mundo real em tempo real. E isso é o que temos agora no Google Maps. Ao acionar o RA, as pessoas passam a ver diante da tela do celular – através da câmera – objetos virtuais, que servem para guiá-las pelo caminho.

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