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Amini estava sob custódia policial quando morreu. A mulher foi presa pela polícia da moral em Teerã, capital do país, por estar com “trajes inadequados”. Segundo a polícia, ela não usava o véu cobrindo os cabelos corretamente.
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A capital e algumas outras regiões enfrentam o bloqueio desde a última sexta-feira, enquanto a província do Curdistão, no oeste do Irã, passa pela interrupção nos serviços desde a segunda-feira.
Nesta quarta-feira (21), o ministro das Comunicações do Irã afirmou que foi citado de maneira errada pelos veículos de comunicação que disseram que as autoridades poderiam interromper os serviços de internet.
Mulheres do Irã removendo seus hijabs enquanto gritam “morte ao ditador” em protesto contra a assassinato de Mahsa Amini, que foi morta por não colocar seu hijab corretamente. pic.twitter.com/qq0n8U6jMB
— Flávio Costa (@flaviocostaf) September 21, 2022
O governo iraniano ainda não explicou os motivos da morte de Mahsa Amini, o que fez a população iniciar um forte enfrentamento a repressão contra às mulheres no país. Até o momento, 17 pessoas morreram durante os protestos.
As autoridades iranianas negam a responsabilidade das forças de segurança na morte de qualquer um dos manifestantes. Segundo a imprensa do país, todas as mortes ocorreram por tiros ou esfaqueamento.
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Formado em Jornalismo pela FIAM FAAM, Matheus Barros iniciou seu trabalho em redação jornalística no portal da RedeTV! e hoje atua como repórter de Internet e Redes Sociais do Olhar Digital.
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