
![]()
“Nós concordamos completamente com o objetivo de enfrentar fake news e desinformação”, disse Cathcart a Tilt, do UOL. “Mas discordamos de detalhes, como, por exemplo, a questão da rastreabilidade —que acreditamos ser a solução errada.”
Leia mais!
A PL das fake News, segundo informações do UOL, foi pensada para tipificar o crime de distribuição de notícias falsas pela internet. O texto original foi aprovado o ano passado pelo Senado e, recentemente, foi alterado e aprovado pelo Grupo de Trabalho (GT) da Câmara dos Deputados. A proposta aguarda aprovação da Câmara para voltar ao Senado, devido as mudanças. A Câmara dos Deputados não tem um prazo para entregar a versão final à Casa.
De acordo com alguns pontos do projeto, que transforma em crime a disseminação de notícias falsas, o uso de bots – robôs – não fica proibido, mas deverá seguir algumas regras para funcionar – como ser identificado. Assim, a rastreabilidade de mensagens também é embutida, dando as empresas capacidade de rastrear a origem de uma mensagem que viralizou.
Para Cathcart, a exigência “traz problemas muito, muito sérios para a liberdade das pessoas, sua habilidade de conversar livremente, e para a sua privacidade”. No caso do WhatasApp, especialistas apontam ainda que o método coloca em risco sua tecnologia de criptografia de ponta a ponta.
O executivo acrescentou ainda que apoia a regulamentação de apps por parte do governo, mas “desde que seja bem pensada e considerada.”
Já assistiu aos novos vídeos no YouTube do Olhar Digital? Inscreva-se no canal!

Tamires Ferreira é jornalista formada pela Fiam-Faam e tem como experiência a produção em TV, sites e redes sociais, além de reportagens especiais. Atualmente é redatora de Hard News no Olhar Digital.

Pai de três filhos, André Lucena é o Editor-Chefe do Olhar Digital. Formado em Jornalismo e Pós-Graduado em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte, ele adora jogar futebol nas horas vagas.
Entre para comentar.