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No último domingo (8), o mundo inteiro assistiu um grave ataque à democracia do Brasil. Radicais apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se organizaram pelas redes sociais, como Telegram, para realizar um ato em Brasília contra o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
No entanto, o que parecia uma manifestação política se tornou um ato criminoso e terrorista. Os radicais invadiram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e a sede do Supremo Tribunal Federal (STF), destruindo o patrimônio público e ameaçando a democracia brasileira.
Prints de grupos com bolsonaristas mostram que o intuito dos radicais era invadir as sedes dos três Poderes e inviabilizar a infraestrutura crítica do país, bloqueando estradas, refinarias e aeroportos.
Também durante o último final de semana, os criminosos chegaram a bloquear a Avenida 23 de Maio, na zona sul de São Paulo. A via dá acesso ao aeroporto de Congonhas, um dos mais importantes do Brasil.
Durante os atos foi possível ver diversos bolsonaristas gravando vídeos e tirando fotos, muitas dessas mídias foram, inclusive, encaminhadas para os grupos do Telegram, em comemoração e com intuito de incentivar outros radicais.

“Com isso, é um ambiente mais fértil para quem procura uma rede para sustentar suas teses. Na verdade, as pessoas não estão procurando a melhor plataforma, mas aquela que confirma seus ideais”, concluiu Igreja.

“A falta de fiscalização no passado e o tamanho dos grupos tornou o aplicativo preferido para a organização de ações terroristas”, afirmou.
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Formado em Jornalismo pela FIAM FAAM, Matheus Barros iniciou seu trabalho em redação jornalística no portal da RedeTV! e hoje atua como repórter de Internet e Redes Sociais do Olhar Digital.
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