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Desde que foi anunciada, a atualização motivou diversas queixas e fez com que muitos usuários migrassem para aplicativos de concorrentes, como Telegram e Signal.

Segundo a nota oficial, as notificações, a natureza delas, o timing e a recorrência colocam pressão indevida nos usuários e prejudicam sua liberdade de escolha. Logo, são violações da diretiva da UE sobre práticas comerciais injustas.
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Assim, a União Europeia alega que se trata de uma violação da lei do consumidor, que necessita de termos contratuais claros e objetivos.
Já o Facebook se defendeu alegando que a ação da BEUC é baseada na incompreensão do propósito e do efeito da atualização dos termos de serviço.
“A atualização não expande nossa habilidade de compartilhar dados com o Facebook e não tem impacto na privacidade das mensagens com amigos ou familiares, onde quer que eles estejam no mundo. Nós gostaríamos de ter a oportunidade de explicar a atualização à BEUC para esclarecer o que ela significa às pessoas”, comunicou um porta-voz da empresa de Mark Zuckerberg.
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Flávia Correia é jornalista do Olhar Digital, cobrindo Ciência e Espaço.
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