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O recurso visa responder a preocupações crescentes sobre privacidade no uso de ferramentas de IA generativa, especialmente em situações em que usuários compartilham informações pessoais, financeiras, médicas ou profissionais com assistentes virtuais.
De acordo com a Meta, as conversas no modo anônimo serão processadas em um sistema isolado e seguro, que a empresa não tem acesso. As mensagens não ficarão salvas automaticamente e serão apagadas após o encerramento da sessão.
O recurso tem algumas limitações:
- Os usuários poderão apenas enviar perguntas em texto e receber respostas escritas. Não será possível compartilhar imagens nem gerar conteúdos visuais dentro do modo privado;
- Além disso, será necessário confirmar a idade para utilizar a ferramenta, já que as plataformas da Meta não permitem usuários com menos de 13 anos.
A preocupação com privacidade tem se tornado um dos principais temas envolvendo IA generativa. Os grandes modelos de linguagem usados por chatbots costumam ser treinados com enormes quantidades de dados, incluindo conteúdos fornecidos pelos próprios usuários durante interações com as plataformas.
Outras empresas do setor já oferecem ferramentas semelhantes. O Google Gemini permite desativar o histórico de conversas e impedir que os dados sejam usados no treinamento de inteligência artificial. O ChatGPT também conta com controles de privacidade parecidos.

Vitoria Lopes Gomez é jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) e redatora do Olhar Digital.
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