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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Havan e mais lojas acusam Mercado Livre, AliExpress e Shopee de “contrabando”

Havan e mais lojas acusam Mercado Livre, AliExpress e Shopee de "contrabando"

Comprar produtos diretamente da China é fácil. Marcas e lojistas brasileiros, porém, parecem não estar nada contentes com isso. Uma comitiva procurou o presidente Jair Bolsonaro para denunciar empresas como AliExpress, Wish, Shein, Shopee e Mercado Livre. A acusação é de praticar o que chamam “contrabando digital”. O grupo conta com nomes como os do empresário Luciano Hang, dono da Havan, e do CEO da Multilaser, Alexandre Ostrowiecki.

De acordo com informações do Broadcast publicadas no Estadão, os empresários fizeram uma apresentação denunciando as empresas citadas. Elas operam no modelo de cross border, facilitando a importação de produtos por pessoas físicas.

Na “plateia”, estavam Bolsonaro, Paulo Guedes, ministro da Economia, senadores e membros do alto escalão do governo. O assunto chegou também à Procuradoria Geral da República (PGR).

O projeto é que as normas tributárias sejam alteradas. Assim, o consumidor de Shopee, AliExpress e outros marketplaces pagaria os impostos de importação no momento da compra, e não quando o produto passa pela Receita Federal.

Não é o primeiro movimento do tipo. Em janeiro de 2022, uma reportagem da revista Veja disse que Magalu e Havan pretendiam que o governo taxasse as importações de produtos ilegais da China.

O material apresentado a Guedes e Bolsonaro também traz denúncias do que chama “engenharia de como burlar a Receita”.

Fonte: Tecnoblog

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