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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

TikTok, YouTube e Snapchat são processados por educadores nos Estados Unidos

TikTok, YouTube e Snapchat são processados por educadores nos Estados Unidos

Um grupo de profissionais da educação dos Estados Unidos decidiu abrir um processo contra o TikTok, YouTube e o Snapchat. A alegação é de que as empresas desenvolveram suas plataformas para serem viciantes e entregarem conteúdo prejudicial para as crianças. Assim, um dos objetivos da ação judicial é a de mudar a conduta das redes sociais perante os mais novos.

O documento de 107 páginas foi movido na segunda-feira (13) por superintendentes de escolas e pelo Comitê de Educação do Condado de San Mateo na Califórnia. Nele, os advogados ressaltam no processo pontos como crise de saúde mental e o sistema agressivo de monetização dos apps das três marcas.

Indo mais a fundo, o texto apresenta o que chama de “alegações factuais”. O principal ponto que ele apresenta é que TikTok, YouTube e Snapchat empregam algoritmos manipulativos para, intencionalmente, prender a atenção de crianças e adolescentes. Além disso, as três plataformas contribuiriam com os problemas de saúde mentais dos quais os jovens estariam sofrendo.

Karin Swope, uma das advogadas que cuida do caso para a agência “Cotchett, Pitre and McCarthy LLP”, disse em uma declaração:

Para os jovens visados pelas empresas de redes sociais e para os adultos encarregados dos seus cuidados, os resultados têm sido desastrosos. O uso excessivo das plataformas das empresas YouTube, TikTok e Snap por crianças tornou-se onipresente. E agora, há mais crianças lutando com problemas de saúde mental do que nunca. O suicídio é agora a segunda principal causa de morte para os jovens.

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YouTube não está bem visto pelos educadores da Califórnia (Imagem: NordWood / Unsplash)

Além dos danos mentais aos mais jovens, o processo destaca que os colégios de San Mateo foram também prejudicados em suas instalações. Um dos argumentos dos advogados foca no desafio conhecido como “Devious Lick”, que surgiu em 2021.

Fonte: Tecnoblog

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