
Exquisito, não esquisito. É em espanhol. Achei dirigir o Volvo C40 Recharge no México uma experiência cuja melhor palavra para descrever é essa: “exquisita”. Mas nem um pouco esquisita.
Para lançar o modelo, a marca sueca realizou um evento em solo mexicano e eu estava lá representando o Olhar Digital. Fizemos um caminho longo, de 120 quilômetros em cada pernada, entre a Cidade do México e a histórica Hacienda Santa Inés, na cidade de Cuatla, no Estado de Morelo.
Até lá, foi um caminho desafiador, com muitas curvas e subidas íngremes, trechos de mão dupla, obras, passando uma elevação que simplesmente não existe no Brasil, de 3100 metros (nosso ponto mais alto, o Pico da Neblina, fica a 2995 m).
Foram duas horas guiando o carro. Não acho o suficiente para escrever uma resenha, mas estas são as impressões.
Começa, como qualquer carro, antes de entrar. O C40 parece, à primeira vista, parece uma atualização anual do XC40. Eles tem o mesmo comprimento, a mesma largura, quase mesma autonomia, muitos recursos em comum.
Não que seria ruim ser a versão 2023 do XC40, porque já era um baita de um carro, que o Olhar Digital testou e aprovou.
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