
Há um ano, a potente moto elétrica Wattman, da francesa Voxan Motors, alcançou incríveis 408 km/h, sendo pilotada pelo italiano Max Biaggi e se tornando a mais rápida do mundo. Agora, o mesmo piloto acelerou ainda mais a máquina e bateu o próprio recorde, ao “voar” a quase 456 km/h nas pistas do aeroporto do Centro Espacial John F. Kennedy, na Flórida/EUA.
A velocidade da Voxan Wattman foi avaliada em um percurso de 1 km, em direções opostas, durante um período de duas horas, seguindo os regulamentos da Fédération Internationale de Motocyclisme (FIM). O registro final que conta é a média das duas velocidades obtidas ao longo dessas duas corridas.
Na classe “motocicleta elétrica parcialmente aerodinâmica abaixo de 300 kg”, a moto elétrica conquistou o novo recorde mundial após atingir, precisamente, 455,737 km/h. A máquina Voxan com seu estilo em cinza projetado pelo designer Sacha Lakic e pneus Michelin, “acendeu o cronômetro com um desempenho alucinante”.
Uma versão não aerodinâmica da Voxan Wattman, sem a carenagem, também assumiu o desafio em uma distância de 1 km, desde a largada. Com princípios idênticos, conforme regulamentos da FIM, o veículo registrou uma velocidade final que também quebrou outro recorde. Correndo a 369,626 km/h, ela se tornou a mais rápida na classe “motocicleta elétrica não aerodinâmica abaixo de 300 kg”.
Ao todo, 21 recordes mundiais de velocidade foram estabelecidos, entre os dias 18 e 23 de novembro de 2021. Ou seja, apenas alguns dias depois da Voxan anunciar uma nova versão de sua Wattman, com atualizações significativas em termos de peso, estabilidade e potência.
As conquistas foram possíveis graças às atualizações recentes realizadas na Voxan Wattman. O design da bateria (mecânica e elétrica) ajudou a reduzir seu peso e permitiu que a máquina competisse na nova classe.
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