
Você sabia que o primeiro carro elétrico data de 1888? Pois é, o que hoje é sinônimo de modernidade e de futuro já existe há mais de dois séculos. A tecnologia, no entanto, foi deixada de lado por muitos anos por causa da “vitória” dos carros a combustão, principalmente após as Grandes Guerras.
Eles ligavam mais fácil, eram ideais para produção em massa, além da questão do petróleo. Várias reservas foram descobertas no período e entrou em cena um jogo de poder.
Ao mesmo tempo que tinha todas essas vantagens, o carro a combustão trazia um enorme defeito: a poluição. A conta chegou pro planeta e o veículo elétrico se mostrou a solução sustentável.
Apesar de antiga, os estudos em torno dessa tecnologia começaram a se desenvolver nas últimas décadas apenas. E um grande obstáculo enfrentado até hoje são as baterias.
Além de caras, elas também precisam de recarga – o que é muito mais complexo do que colocar um combustível líquido no tanque do carro. Isso sem contar que muitas delas não são potentes o suficiente e acabam rápido.
Pensando nisso, cientistas da Universidade Cornell, nos Estados Unidos, criaram uma bateria que, aparentemente, resolve a maioria desses problemas.
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