
Várias fotos e vídeos de tanques russos destruídos pelos ucranianos mostram um fenômeno em comum: os veículos aparecem sem a torre (às vezes chamada torreta), que geralmente está por perto, mas desencaixada. É como se ela tivesse espocado, feito uma rolha de champanhe, ou sido disparada como a tampa de panela de pressão que explode.
VIDEO (one of dozens) showing destroyed Russian tanks & armored vehicles in & around the districts near to Kyiv,Ukraine. The figures of hundreds being destroyed are true. #Ukraine #Russia #Putin #Ukraineunderattack #PutinsWar #Ukrainian #RussianLosses #RussianArmedForces pic.twitter.com/XWZmmongqf
Será que a engenharia herdada da União Soviética, famosa pela robustez, se não conforto, não foi capaz de prender direito a parte mais importante do tanque?
A torre é o que faz de um tanque um tanque: é a base giratória na qual fica o canhão principal. E a torre de tanques russos, os T-72 e T-90 usados na guerra, é um objeto de 12 toneladas. Para ela sair voando, não é qualquer coisa. Um tanque não devia fazer isso, e a maioria não faz. É um evento catastrófico, sem a menor chance de sobrevivência.
Mas o que acontece com os tanques russos (e também ucranianos, que usam versões do T-72 herdadas da URSS) não é exatamente segredo. É consequência de uma coisa que, em tese, devia fazê-los ser superiores aos tanques americanos M1A1 Abrams.
Um soldado de infantaria antitanque dos EUA soube explicar bem o que está acontecendo:
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