
As montadoras globais estão focadas na autonomia dos veículos, apresentando uma infinidade de conceitos dotados de diferentes e cada vez mais poderosas tecnologias de assistência ao motorista. O foco é “libertar” você da tarefa (ou do prazer) de dirigir.
Muita automação já ocorre em boa parte dos modelos de ponta. Porém, uma direção 100% autônoma não deve ser alcançada tão já.
Descrevendo os sistemas de automação de veículos que realizam parte ou toda a tarefa de direção dinâmica (DDT), temos uma padronização da Sociedade de Engenheiros Automotivos (SAE). Por meio dela, é fornecida uma taxonomia com definições detalhadas para seis níveis de condução de automação.
Esses níveis vão do Nível 0 ao Nível 5, onde a dependência de um motorista no carro dirigindo diminui conforme o nível aumenta.
Se um veículo tiver sistemas de suporte ao motorista de Nível 0, Nível 1 ou Nível 2, é necessário um motorista ativo e engajado. Ou seja, você é sempre responsável pela operação do automóvel, devendo supervisionar a tecnologia em todos os momentos e assumir o controle total do carro quando for necessário.
As automatizações de Nível 3, 4 ou 5 são onde a tecnologia assume o controle total da direção sem supervisão humana. No entanto, com o Nível 3, se o veículo alertar o motorista e solicitar que ele assuma o controle do veículo, ele deve estar preparado e apto para isso.
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