
Quem mora em São Paulo e andou pelo centro da cidade já deve ter visto os trólebus. São aqueles ônibus elétricos que funcionam a partir de um cabo que se conecta a uma rede aérea de fios.
Eu, desde criança, acho esse modelo o máximo, mas reconheço as suas falhas. Apesar de zero emissão de poluentes, o trólebus tem um alcance limitado aos locais onde existam cabos e sempre atrasa a vida das pessoas quando a estrutura da parte de trás solta.
Quem acompanha o Olhar Digital sabe dos avanços tecnológicos no campo dos veículos. Principalmente dos elétricos. Hoje, muitas empresas não trabalham mais com trólebus e sim com ônibus movidos a bateria. Você diminui os problemas do primo mais velho e mantém as emissões zeradas. Para muitos especialistas, esse deve ser o futuro do transporte urbano.
Uma das maiores cidades do mundo, a capital paulista acaba de receber uma nova marca de ônibus elétricos nesse padrão. A chinesa Ankai, que tem tradição em outros países, será representada aqui pelo Grupo SHC, que já vende modelos da JAC Motors no Brasil.
Segundo informações da própria prefeitura, a cidade de São Paulo possui hoje uma frota com 270 veículos elétricos em circulação. Desse total, 201 são trólebus e outros 69 são movidos a bateria.
A última leva de veículos chegou em setembro do ano passado: foram 50 novos ônibus. Os modelos pertencem às empresas Transwolff, Transpass, Ambiental e Campo Belo.
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