
A General Motors (GM) está processando a cidade de São Francisco, nos Estados Unidos. A empresa, da qual a Cruise é subsidiária, alega que pagou impostos e penalidades injustas para manutenção das operações dos veículos autônomos.
A GM cobra das autoridades US$ 121 milhões, cerca de R$ 560 milhões. Segundo a empresa, foram pagos à cidade de São Francisco US$ 108 milhões em impostos municipais, além de US$ 13 milhões em juros.
A montadora argumenta que tem um baixo número de vendas na cidade, além de não possuir locais físicos, como fábricas ou concessionárias. Dessa forma, o pagamento dos tributos seria desproporcional.
No processo, que foi apresentado ao Tribunal Superior da Califórnia e ao Condado de São Francisco, a General Motors ainda alega que as suas operações não são compartilhadas com a Cruise, e que as duas empresas tinham um acordo para atuar “à distância”. As informações são da Electrek.
O Departamento de Veículos Motorizados da Califórnia decidiu suspender temporariamente as operações da Cruise após o atropelamento de um pedestre. O caso ocorreu no dia 2 de outubro, em São Francisco, nos Estados Unidos.
De acordo com a empresa, “um veículo conduzido por humanos atingiu a pedestre enquanto trafegava na pista imediatamente à esquerda de um veículo autônomo”. Ainda segundo o comunicado divulgado, o impacto teria sido tão grande que lançou a mulher contra o robotáxi.
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