
Como tudo na vida, a inteligência artificial (IA) tem seu lado bom e seu lado ruim, afinal, assim como ela poderá ajudar muito os seres humanos, ela também pode nos destruir.
A IA está sendo escalada para atuar em guerras, como entre Ucrânia e Rússia. No futuro, a tendência é que equipamentos, como drones, torpedos e outros, sejam controlados pela IA.
Segundo o UOL, o professor de ciências da computação da Universidade de Berkeley, Stuart Russel, disse, em entrevista à AFP, que “isso significa que esses equipamentos têm a capacidade de localizar, selecionar e atacar alvos humanos ou alvos que carregam seres humanos, sem intervenção humana”.
Enquanto essas armas sob controle da IA têm maior eficiência, mais baratas e sem nenhum tipo de sentimento, ainda há questões éticas envolvidas.
Entre tais questões, está a possibilidade de poder ofensivo ilimitado por serem mais em conta, o que pode facilitar o lançamento de inúmeras delas e provocar a dizimação de grupo étnicos. Ainda há o risco de a IA não saber distinguir civis de militares.
O Pentágono dos EUA está desenvolvendo o chamado “enxame de drones”, rede com centenas ou até milhares de drones autônomos. A intenção dos militares é que eles possam transportar equipamentos de vigilância ou alimentos.
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