
A General Motors tem pelo menos 20 milhões de veículos construídos com uma peça de airbag potencialmente perigosa. Segundo o governo norte-americano, os equipamentos deveriam passar por manutenção, conforme informou o Wall Street Journal.
Em abril, a agência reguladora de segurança de transportes do país enviou uma carta para a ARC, fornecedora dos airbags da GM, exigindo o recolhimento das peças potencialmente perigosas.
Inicialmente, a ARC negou o pedido regulamentar, afirmando que realizou extensos testes de campo que não apresentaram nenhum defeito e que as rupturas dos airbags que ocorreram foram casos isolados.
Com isso, a NHTSA precisou agendar uma audiência sobre a situação para ordenar formalmente o recall das peças.
Da mesma forma, nenhum fabricante de veículos que utiliza estes infladores determinou que existe um defeito sistêmico relacionado à segurança.
Além da GM, há outras 11 montadoras que contam com os airbags ARC citados na ação da NHTSA, como Ford, Volkswagen, Toyota e Hyundai. As empresas terão até o final do ano para apresentar respostas sobre o assunto.
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