
O bafômetro consegue detectar níveis de álcool no sangue acima do permitido, mas, cá entre nós, só funciona se o motorista for parado pelas autoridades. Outros sistemas já existem para impedir condutores embriagados ao volante, como mini bafômetros e tecnologias que avaliam a qualidade da condução (como se manter em uma única pista).
No entanto, há um problema que persiste em ambos os casos: elas demoram algum tempo antes de processar os dados e chegar ao resultado, permitindo que o motorista inicie seu trajeto.
Pesquisadores da Universidade Edith Cowan, na Austrália, sabem como resolver isso: câmeras que detectam embriaguez no rosto do condutor e o impedem de começar a dirigir.
Apesar da importância do bafômetro, o objetivo dos pesquisadores australianos era desenvolver um sistema de intervenção precoce, antes que o motorista assumisse o volante.
Depois do treinamento, o sistema foi testado em vídeos de motoristas alcoolizados e detectou o nível de embriaguez corretamente em 75% dos casos. Segundo o New Atlas, a eficácia do algoritmo deve aumentar com um número maior de dados.
O sistema ainda pode ser integrado a um aplicativo de smartphone, permitindo que as pessoas “testem” a si mesmas e conhecidos antes mesmo de assumir o volante.
Entre para comentar.