
Recentemente, o influenciador digital Hebert Criston, conhecido como o “rei dos macetes”, viralizou ao compartilhar um truque para evitar multas em blitze de trânsito. A estratégia, batizada de “golpe do guincho”, consiste em remover um fusível do carro para simular um defeito mecânico e, assim, acionar um guincho para retirar o veículo do local.
A prática gerou polêmica e levantou dúvidas sobre sua legalidade e ética. Mas, afinal, o que é o “golpe do guincho”? Ele é considerado crime? Vamos explicar.
Primeiramente falaremos de sua origem: o “golpe do guincho” ganhou notoriedade após o influenciador Hebert Criston compartilhar a técnica em suas redes sociais. A ideia é simples: ao se deparar com uma blitz, o motorista remove um fusível do carro para simular uma pane elétrica, impedindo o veículo de funcionar.
Em seguida, ele aciona um guincho para retirar o carro do local, alegando que o veículo está com problemas. Dessa forma, o motorista evita que agentes de trânsito identifiquem irregularidades no automóvel, como documentação vencida ou falta de licenciamento.
A prática gerou polêmica e recebeu críticas por possivelmente comprometer um serviço essencial e prejudicar motoristas que realmente necessitam de um guincho. Apesar disso, a estratégia chamou atenção por sua dúvida legal.
Embora a ideia possa ser considerada antiética, o simples ato de chamar um guincho não configura crime. No entanto, acionar esse serviço de forma fraudulenta pode gerar complicações legais.
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