
Montadoras e fornecedoras de peças automotivas dos EUA podem receber, do governo de Joe Biden, bilhões em subsídios, além de outros incentivos. A ideia da administração é viabilizar a adaptação das fábricas para produzir veículos elétricos, conforme disse Jennifer Granholm, líder da Secretaria de Energia, nesta quinta-feira (31).
A administração Biden oferece US$ 12 bilhões em subsídios (aproximadamente R$ 60 bilhões) para isso, conforme divulgou a Reuters nesta quinta. A abordagem abrangente da administração também inclui uma alocação de US$ 3,5 bilhões (R$ 17,3 bilhões) para apoiar fabricantes domésticos de baterias.
A distribuição do financiamento envolve uma divisão de US$ 2 bilhões (R$ 10 bilhões) em subsídios do Inflation Reduction Act, aprovado pelos democratas em 2022, e US$ 10 bilhões (R$ 50 bilhões) em empréstimos facilitados pelo Escritório de Programas de Empréstimos do Departamento de Energia.
Construir uma economia de energia limpa pode e deve oferecer uma oportunidade vantajosa para as empresas automobilísticas e os trabalhadores sindicalizados que ancoraram a economia americana por décadas.
A Casa Branca busca abordar preocupações de montadoras e do sindicato dos trabalhadores automotivos (UAW, na sigla em inglês). Em regiões como Michigan, Ohio, Illinois e Indiana, por exemplo, o sindicato alertou para o potencial risco de perda de empregos devido à rápida transição para veículos elétricos.
Granholm, ex-governadora do estado de Michigan, um estado com forte presença na fabricação de automóveis, disse a jornalistas:
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