
É um simpático hatch para a família num nem tão simpático preço, mas dentro da realidade do mercado brasileiro de carros hoje. A nova geração do Honda City vem tem tantas novidades – a começar por ter uma versão hatch, que não existia – que a Honda preferiu chamar de New City. E tem sua razão nisso.
É um carro um pouco maior que as versões anteriores, com um motor de 4 cilindros 1.5 aspirado, não espere muitas emoções aqui: tem 126 cv e faz de 0 a 100 em 10,2 segundos. Pra quem gosta de barulho, ele urra bonito quando você pisa, mas late mais que morde.
É muito econômico, com uma opção “verde” (economia) bem destacada na caixa de marchas. Não é brincadeira: ele chega a fazer mais de 17 km por litro na estrada, em gasolina.
O porta-malas também é reduzido, 268 litros. Dá para um uso básico, mas é quase metade dos 519 l da versão sedã.
Em compensação, você tem um excepcional espaço interno, principalmente para os passageiros. Se forem dois: o banco tem uma saliência na metade, sobre a qual é dobrado o porta-copos e, se alguém vai no meio, vai montado nela, de um jeito meio estranho.
Mas há mais uma saída: o New City é altamente configurável, com cada metade da traseira podendo ser rebatida separadamente, e com o banco do passageiro podendo também ser baixado completamente, abrindo um espaço enorme em forma de L.
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