
Os “puristas” que me perdoem. Mas o muscle car favorito de muitos deu vida a um quase SUV elétrico recheado de tecnologia e conforto. Eu digo que é um quase SUV porque a Ford o considera um crossover. Estou falando, claro, do Mustang Mach-E. Afinal, há claras referências ao icônico cupê esportivo.
Ao longo desse texto, vou explicar direitinho o meu título. E você está mais do que convidado a discordar. Entendo perfeitamente o pensamento do leitor mais tradicional, que se apegou ao ronco do motor a combustão 5.0 V8, tração traseira e sensação de “pilotar” um carro — e não dirigir. Por outro lado, te convido a refletir com números e uma boa dose de observação do mercado.
Em primeiro lugar, o crossover elétrico não deve NADA para o clássico mais velho movido a combustão em termos de desempenho. Vamos ver os números comparados entre o Mach-E e os irmãos Mach 1 (uma edição especial) e o recém-lançado GT de 7ª geração.
Recentemente, tive a oportunidade de andar no Mach-E por alguns dias. Circulei com o elétrico por São Paulo e fui até Sorocaba, a cerca de 100 km da capital paulista.
Fiz o possível para ver a performance do veículo em diferentes condições. Só não joguei ele na lama (não esperem fazer trilhas com um Mustang, certo?).
Os modos de direção do Mach-E influenciam diretamente na experiência que você tem ao dirigir o veículo.
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