
A discussão sobre o futuro dos transportes pode durar horas. É fato que os veículos a combustão vão acabar um dia. O petróleo vai acabar um dia. As reservas atuais não duram mais que 5 décadas. Mas, até lá, muito provavelmente as preocupações ambientais já terão derrubado esse tipo de motor.
Quando isso acontecer, alguns candidatos vão se apresentar. Talvez os carros elétricos, movidos a bateria, estejam na frente dessa corrida. Mas tem especialista que aposta mais nas bicicletas elétricas – ou patinetes ou motos mesmo (todos elétricos, claro). Por outro lado, tem gente que acredita em combustíveis feitos de hidrogênio ou ainda uma invenção que não foi criada até agora.
Ainda não dá para cravar quem vai vencer essa disputa – nem quando os combustíveis fósseis terão seu fim. Esse texto, no entanto, vai se dedicar a um aspecto: mostrar um conceito um pouco diferente de um veículo elétrico – e que pode acelerar a mudança
Eu acredito que ninguém goste, deliberadamente, de destruir a nossa camada de ozônio. Eu, por exemplo, tenho um carro com motor a combustão e abasteço com gasolina toda semana. Seria eu um vilão ambiental?
Milhões de pessoas vivem exatamente na mesma condição no Brasil – imagine no mundo todo. E eu não veria problema nenhum em trocar o meu carro por um EV. Mas vocês já viram quanto custa um hoje por aqui?
Pois é, o carro em si já está caro. Um elétrico então não sai por menos de R$ 100 mil. É claro que tem muita gente que tem dinheiro pra isso. Mas essa muita gente não representa nem 10%.
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