
Os motociclistas acharam um jeito de “vacinar” seus veículos contra roubos e furtos. A ideia da “vacina antifurto” é deixar as motos menos atraentes para os criminosos. E pelo visto tem dado certo.
A colunista Paula Gama, do Uol, escreveu que foi a sensação de insegurança que levou os motociclistas a aderirem à nova tendência.
Para você ter uma ideia, só no estado de São Paulo, o número de roubos e furtos de motos aumentou quase 30% nos primeiros quatro meses de 2023, em comparação ao mesmo período de 2022, segundo a Secretaria de Estado dos Negócios da Segurança Pública (SSP-SP).
O principal objetivo da “vacina antifurto” – que custa entre R$ 150 e R$ 220 – é barrar a venda ilegal de peças. No caso das motos, essa costuma ser a intenção por trás tanto do roubo quanto do furto.
Trata-se de uma máquina que grava o número da placa ou do chassi em todas as peças removíveis da moto. Isso impede o bandido de vender essas peças no futuro.
Outra parte da, digamos, imunização é deixar claro que o veículo está “vacinado”. Para isso, a empresa coloca adesivos refletivos nas peças. “Assim, o ladrão olha de longe e desiste de furtar a moto”, disse Silva.
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