
Com 16 anos de idade, o jovem piloto Mack Rutherford pretende se tornar a pessoa mais nova a, sozinha, pilotar um avião e dar a volta ao mundo. Porém, para isso, o menino precisa cruzar os céus da Rússia, em tempos de guerra com a Ucrânia.
Mesmo diante de uma grande empolgação para o marco (com direito a site oficial acompanhando os “passos” do garoto e sua aeronave), a fabricante do modelo ultraleve Shark (Tubarão) pilotado por Mack está se opondo à empreitada. Oficialmente, a Shark.Aero declarou ter decidido não se tornar parceira do projeto MackSolo.
Woohoo! After more than 7 weeks of delays 😬🥴📇 – Mack is back in the air 💪✈️ ! First stop is #Alexandria, then #Caïro. #Egypt, #Africa, here Mack comes! Follow the epic journey on FB/IG🌍 #macksolo #pilot #aviation #guinness #challenge pic.twitter.com/ZDoIeILvLn
Duas considerações são apontadas pela empresa para essa decisão. A primeira se baseia exatamente na guerra na Ucrânia, “por uma questão de princípio, nos recusamos a fazer parte de qualquer projeto que envolva a Rússia ou a entrada no espaço aéreo russo”.
“Evitar a Rússia significaria longas distâncias sobre o mar”. A fabricante explica que o Shark de Mack tem apenas tanques de combustível integrados de 100 litros e, mesmo com uma bolsa de combustível adicional no banco traseiro, a viagem com a configuração do avião é vista como um risco desnecessário.
Em seguida, a Shark.Aero diz que “Mack é sem dúvida um piloto habilidoso”, mas que não está confortável em diminuir limites de idade “para viagens em que um certo nível de risco não pode ser evitado”. Sua justificativa continua apontando que, “como empresa, adotamos uma política para apoiar esses empreendimentos ambiciosos apenas para pilotos adultos com mais de 18 anos”.
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