
“O futuro é eclético e não apenas elétrico“. A frase foi proferida por Márcio de Lima Leite, presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), durante o seminário “Conduzindo o Futuro da Eletrificação no Brasil“, em Brasília (DF), e faz referência aos biocombustíveis.
Hoje, o Brasil enfrenta problemas de infraestrutura para eletrificar-se cada vez mais. Além disso, temos altos preços dos veículos elétricos – ainda mais altos do que os flex. Dessa forma, os biocombustíveis ainda são forte aposta em terras tupiniquins.
A pesquisa indicou que veículos a combustão abastecidos com etanol possui índice de emissões de 107,2 g/km, enquanto EVs com energia europeia (geralmente de fontes não renováveis) possui emissão de pouco mais de 126 g/km.
A mobilidade elétrica será uma das principais frentes para descarbonizar o País. Mas vamos eletrificar sem esquecer os biocombustíveis, significativos na descarbonização. Vamos investir em tecnologias para os biocombustíveis diminuírem a pegada de carbono.
Portanto, uma boa saída para o Brasil seriam veículos híbridos flex, que, com a combinação dessas tecnologias, teria nível de eficiência promissor.
O Brasil tem a matriz energética mais limpa entre os países desenvolvidos, e os biocombustíveis são o caminho. A tecnologia híbrida flex, neste momento, é a mais eficiente, por juntar a eletrificação e um combustível sustentável.
Entre para comentar.