
Sensores acústicos da Marinha dos EUA detectaram a provável implosão do submarino Titan, desaparecido desde domingo (18) cujos destroços foram encontrados nesta quinta-feira (22), horas após o início de sua descida até o Titanic.
A revelação choca um pouco, pois indica que os oficiais estadunidenses já tinham desconfianças de que o submarino tinha implodido – principal possibilidade agora, com os destroços encontrados.
Enquanto não definitivo, essa informação foi imediatamente compartilhada com o Comando de Incidentes para assistir a busca em andamento e missão de resgate. Essa informação foi considerada com a compilação de dados acústicos adicionais providos por outros parceiros e a decisão foi tomada de modo a continuar nossa missão como busca e resgate e realizar qualquer esforço para salvar as vidas das pessoas a bordo.
Paul Zukunft, ex-almirante da Guarda Costeira dos EUA, afirmou que, enquanto não é “absolutamente conclusivo” que ninguém sobreviveu ao desastre, o serviço sempre continuará buscando por sobreviventes.
Tentamos todas as possibilidades se há um serviço de resgate; estamos lá. Nada poderia ser pior na água gelada, e, agora, não há ninguém na superfície ou no ar para localizar esses caras.
Zunkunft, que liderou a Guarda Costeira entre 22014 e 2018, desenhou paralelo com a busca que a Guarda realizou depois do naufrágio do navio de contêineres El Faro, em 2015, afetado pelo furacão Joaquin enquanto ia da Flórida para Porto Rico e afundou.
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