Julia Monteiro
Julia Monteiro
Veiculos e Tecnologia · 22 de junho de 2023 · 2 min de leitura ·

Submarino desaparecido: turista diz que passeio foi ‘operação kamikaze’

Submarino desaparecido: turista diz que passeio foi 'operação kamikaze'

Enquanto continuam as buscas pelo submarino que desapareceu com cinco pessoas a bordo numa expedição pelos restos do Titanic, o empresário aposentado Arthur Loibl contou como foi sua experiência no passeio, que rolou em 2021. Para ele, foi uma “operação kamikaze”.

Loibl, que hoje tem 61 anos e se considera um aventureiro, foi um dos primeiros clientes da OceanGate – empresa dona do submersível que sumiu.

O empresário contou que teve a ideia de ver os destroços do Titanic durante uma viagem ao Polo Sul em 2016. Na época, uma empresa russa estava oferecendo mergulhos por US$ 500 mil (aproximadamente R$ 2,4 milhões na cotação atual, em conversão direta).

Depois que a OceanGate, com sede em Washington (EUA), anunciou sua própria operação um ano depois, ele aproveitou a chance. O empresário desembolsou US$ 110 mil (R$ 522,5 mil) por um mergulho em 2019, que fracassou quando o primeiro submersível não sobreviveu ao teste.

Dois anos depois, ele fez uma viagem bem-sucedida, junto ao CEO da OceanGate, Stockton Rush, o mergulhador francês e especialista em Titanic Paul-Henri Nargeolet – ambos também estavam na expedição que sumiu – e dois homens da Inglaterra.

Imagine um tubo de metal de alguns metros de comprimento com uma chapa de metal como piso. Você não pode ficar de pé. Você não pode se ajoelhar. Todos estão sentados próximos ou em cima do outro. Você não pode ser claustrofóbico.

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