Julia Monteiro
Julia Monteiro
Veiculos e Tecnologia · 1 de setembro de 2021 · 2 min de leitura ·

Super exclusivo Bugatti Centodieci vai para o túnel de vento

Super exclusivo Bugatti Centodieci vai para o túnel de vento

As exclusivas dez unidades do Bugatti Centodieci estão passando por um poderoso teste em um túnel de vento de última geração. Esses hipercarros da montadora francesa estão sendo devidamente ajustados para fazerem jus ao preço de 8 milhões de Euros cada.

Ou seja, cada comprador gastou o equivalente a R$ 50 milhões, aproximadamente. Detalhe: todas as unidades foram compradas em questão de horas após serem anunciadas. O carro foi apresentado ao público em 2019 e as entregas do modelo few-off altamente exclusivo e artesanal começarão no ano que vem.

Com a pressão do vento gerado por uma hélice de oito metros acionada por um motor de 9.300 PS, os engenheiros puderam verificar o fluxo de ar dentro e ao redor do veículo. A aerodinâmica e a configuração de resfriamento do Bugatti Centodieci foram testadas de uma forma que não seria possível em estradas abertas.

Testes de aerodinâmica e o empuxo nos eixos dianteiro e traseiro são particularmente importantes para otimizar o manuseio por um piloto em velocidades extremamente altas. Pequenas mudanças, como o ajuste do ângulo dos flaps do difusor dianteiro ou o ajuste da asa traseira em apenas alguns graus, são feitos para o esportivo ficar mais perto dos valores ideais.

A partir de 140 km/h, foi usada uma configuração padrão para determinar um valor de referência para comparação com outros carros hiperesportivos da marca. Em seguida, outra gama de testes foi realizada, até ser alcançada a velocidade máxima do túnel. Neste momento, o vento envolveu a carroceria baixa do Centodieci a até 300 km/h (que faria um avião decolar facilmente) antes de escorregar na parte traseira.

Com um motor W16 de 8 litros e 1.600 cavalos, o novo Bugatti Centodieci é capaz de alcançar velocidades superiores a 350 km/h. O novo hipercarro surgiu como uma celebração ao clássico EB 110, que foi criado há cerca de três décadas por Romano Artioli.

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