
Quem está procurando ou vendendo um carro usado no Brasil com certeza já ouviu falar e até mesmo já recorreu à tabela Fipe. Uma vez que esse sistema está há dezenas de anos no mercado, acessar a Fipe se tornou uma atitude natural e automática nesses casos, como uma forma confiável de ter informação a respeito dos valores dos automóveis usados.
Entretanto, ela possui uma concorrente de peso: a tabela KBB (Kelley Blue Book). Bastante tradicional nos Estados Unidos, ela foi desenvolvida no início do século passado. A principal diferença entre as duas é que, enquanto a Fipe fornece apenas o valor médio do modelo, a KBB apresenta mais detalhes que vão além de “o carro de 2018 vale X mil reais”.
Além disso, a KBB leva em conta a variação do valor dependendo da quilometragem rodada, dos equipamentos e acessórios nele instalados, fornecendo uma estimativa ainda mais precisa do preço.
As tabelas Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e a KBB (Kelley Blue Book) são ferramentas usadas para avaliar o valor de mercado de veículos, porém, utilizam abordagens diferentes. Enquanto a Fipe fornece um valor médio para determinado modelo e ano, a KBB oferece uma análise mais detalhada, que considera fatores como a quilometragem, o estado de conservação e os opcionais.
É um guia de preços médios de veículos usados, que foi criado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas. Ele coleta dados de pesquisas nacionais para determinar o valor médio de um carro, considerando marca, modelo, ano e versão.
A Fipe serve de referência para negociações de compra e venda, avaliação de veículos para seguros, financiamentos e impostos. Entretanto, ela fornece apenas um valor médio, sem levar em conta fatores como quilometragem e estado de conservação.
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