
A Boom Supersonic anunciou que seu motor de turbina, originalmente projetado para aviões, será vendido como usina de energia estacionária. O primeiro cliente será a startup de data centers Crusoe, que comprará 29 unidades para gerar 1,21 GW.
Como explica o TechCrunch, o objetivo é financiar o desenvolvimento da aeronave supersônica Overture e expandir a produção de turbinas, abrindo caminho para uma nova era energética com tecnologia aeroderivada.
As turbinas Superpower compartilham 80% das peças com o motor aerotransportado Symphony. Blake Scholl, CEO da Boom, compara o projeto ao Starlink da SpaceX, gerando receita para financiar inovações futuras.
A Crusoe pagará US$ 1,25 bilhão (R$ 6,7 bilhões) pelas 29 turbinas de 42 megawatts, recebendo equipamentos completos, manutenção preventiva e sistemas de controle, enquanto cuidará das conexões elétricas, do gás e do controle da poluição.
As usinas de ciclo combinado tendem a ser projetos de construção, mas queremos oferecer flexibilidade aos operadores.
As primeiras turbinas serão produzidas nas instalações atuais da Boom, enquanto uma fábrica maior está em planejamento. As metas são de 1 gigawatt em 2028, chegando a 4 gigawatts em 2030.
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