
Conforme noticiado pelo Olhar Digital, uma operação de busca e apreensão na residência do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, em Mar-a-Lago, na Flórida, feita na segunda-feira passada (8), encontrou documentos confidenciais sobre armas nucleares. Esse era um dos principais itens procurados pelos agentes do Departamento Federal de Investigação (FBI) no local.
A informação foi divulgada pelo jornal The Washington Post (TWP) na última sexta-feira (12), que não revelou mais detalhes sobre os papéis. A suspeita era de que Trump teria levado os documentos sigilosos ao deixar a Casa Branca, em vez de mantê-los no Arquivo Nacional. Os sistemas e planos nucleares dos EUA estão entre os segredos mais sensíveis da nação.
Segundo uma nova publicação do mesmo veículo, em linhas gerais, as comunidades de inteligência e defesa do país têm quatro categorias diferentes de arquivos que poderiam ser considerados “documentos nucleares”:
Todos esses documentos estão no chamado nível “Acima do Ultrassecreto” – os procedimentos de classificação de segurança foram codificados durante a Guerra Fria em três níveis padrão: Confidencial, Secreto e Ultrassecreto.
Cada um desses níveis carrega consigo graus aumentados de controle, armazenamento e verificações mais intensivas de antecedentes.
De acordo com as leis federais do país, o “Top Secret” (TS) é especificamente usado para denotar “informações ou materiais de segurança nacional que exigem o mais alto grau de proteção” e informações que, se divulgadas, “poderiam razoavelmente causar danos excepcionalmente graves à segurança nacional”.
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